10% within the next decade. I believe Anthropic is trying its best, but we do not yet have a plan to solve alignment for superintelligence and are not clearly on track to. https://t.co/QAIHiFP3QZ, Evan Hubinger (@EvanHub) September 9, 2026
“Eu fico incomodado com a falta de método e evidência”, disse Arthur Igreja, especialista em tecnologia e inovação, em entrevista ao Olhar Digital. “Como ele calculou 10%? Por que não é 15%? Por que não é 7%? Mostre para nós como se calcula isso. Qual é a premissa?”, questionou o especialista.
“Acho que se colocarmos numa tabela de riscos, eu tenho mais medo até o final da década de pessoas tomarem decisões erradas”, acrescentou Igreja.
Apocalipse causado pela IA: o que é narrativa e o que é risco?
“O que certamente é narrativa: que a inteligência artificial, em sua forma atual ou na que vai surgir daqui alguns anos, seria capaz de se revoltar, ter intencionalidade, atacar os seres humanos, matar os seres humanos e acabar com o mundo”, afirmou o doutor Álvaro Machado Dias.
Por que não há “mínima plausibilidade”? “Primeiro, porque isso envolveria um tipo de intencionalidade que existe nos seres humanos, existe nas outras espécies e que a gente não vê na máquina”, explicou o neurocientista.
“Depois, envolve uma capacidade de execução que a gente desconhece. Cadê essa capacidade de execução? Eu não estou vendo”, acrescentou o especialista.
