Mais de mil candidaturas foram barradas pela Justiça Eleitoral até a noite de terça-feira (16), segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral analisados pelo g1. Ao todo, 1,2 mil candidaturas encontram-se indeferidas; dessas, 888 estão em prazo de recurso; outras 326 foram indeferidas definitivamente.
A maior parte das rejeições afeta postulantes a cargos proporcionais:
Deputado estadual: 561 candidaturas;
Deputado federal: 494;
Suplentes (1º e 2º): 73;
Senador: 31;
Governador: 24;
Vice-governador: 19;
Deputado Distrital: 9
Presidente: 1.
Não há candidatos à Vice-Presidência da República com candidatura indeferida. No entanto, há ainda um registro pendente de julgamento.
Entre os casos mais conhecidos está o de Pablo Marçal (PRTB), que teve o registro como candidato à Presidência indeferido pelo Tribunal Superior Eleitoral com base na Lei da Ficha Limpa. Também tiveram as candidaturas barradas o candidato a governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos), a governador do Distrito Federal José Roberto Arruda (PSD) e a deputado federal por Minas Gerais Eduardo Cunha (Republicanos).
Anthony Garotinho (Republicanos), Eduardo Cunha (Republicanos), Pablo Marçal (PRTB) e José Roberto Arruda (PSD)
Montagem - Carlos Moura/Agência Estado; Luis Macedo/Câmara dos Deputados; Fábio Tito/g1; Marcella Rodrigues/g1
A maior parte dos candidatos atingidos por decisões desfavoráveis ainda busca reverter a situação.
TSE barra mais de 1,2 mil candidatos nas eleições
