O presidente dos EUA, Donald Trump, fala com repórteres antes de embarcar no Air Force One na Base Aérea Conjunta Andrews, em Maryland, em 9 de setembro de 2026.
Foto de BRENDAN SMIALOWSKI/AFP
Duas prestigiadas instituições culturais de Washington D.C. estão sob ataque do presidente dos EUA. O Centro de Artes Cênicas John F. Kennedy fechou as portas e só será reformado se o nome de Donald Trump for novamente incluído na fachada.
Por ordem do presidente, placas serão instaladas na entrada do Museu Nacional de História Americana Smithsonian com o objetivo de alertar os visitantes sobre o viés ideológico apresentado em seu interior.
✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
A obsessão de Trump por renomear locais e monumentos para exaltar o seu legado parece não ter limites. No caso do Kennedy Center, ele esbarrou na ordem judicial, que removeu o seu nome do centro de artes. Desde o início do mandato, a instituição já havia sido tomada por conselheiros nomeados pelo presidente. Sob protestos, artistas cancelaram apresentações, e as vendas de ingressos despencaram.
O presidente decidiu então que o prédio entraria em reformas e seria fechado por dois anos. Mas o juiz federal Christopher Cooper considerou ilegal acrescentar nome de Trump ao do ex-presidente Kennedy, sem a aprovação do Congresso. E voltou a bloquear, nesta terça-feira (15), a mudança sugerida pelo Conselho, do qual Trump é presidente, renomeando a praça em frente com o seu nome.
Trump promove cerco a instituições culturais em Washington
