A defesa de Ronaldo dos Santos Vivaqua, um dos sócio-proprietários da construtora New Home, responsável pela construção do prédio de 12 andares que desabou neste sábado (12), na Penha, zona leste de São Paulo, entrou com um pedido de revogação da sua prisão temporária, nesta quarta-feira (16).
O sócio está preso desde o último domingo (13), e na terça-feira (15), o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a prisão.
Segundo o Governo de São Paulo, outros mandados de prisão temporária também foram expedidos contra mais dois representantes da empresa, que, segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), seria o filho do homem detido, responsável técnico da obra, e a nora dele, sócia de uma das empresas.
Segundo os advogados de Ronaldo, ele não integra o quadro societário nem exerceu a gestão da empresa responsável pela obra.
Eles também apontam que como o sócio é um réu primário com residência fixa e já prestou depoimento, não seria necessário manter ele sob custódia.
A defesa ainda alega que o investigado possui graves problemas de saúde documentados e comprovados e que são incompatíveis com o cárcere.
Em nota enviada à CNN Brasil, ainda afirmam que “reitera sua solidariedade às vítimas e aos familiares atingidos por essa tragédia, cuja apuração séria e integral é do interesse de todos, inclusive do próprio Ronaldo”.
