O vice-presidente executivo de Assuntos Jurídicos da Vale, Sami Arap Sobrinho, disse, nesta 4ª feira (16.set.2026), que o Ministério Público Federal atua por ideologia em ações contra o setor de mineração e defendeu que procuradores sejam responsabilizados nos casos em que os processos forem considerados improcedentes.
Segundo o executivo, parte das ações civis públicas e coletivas movidas pelo MPF contra projetos de mineradoras têm “torpeza”, “maldade” e “má-fé” e partem de questões ideológicas relacionadas a possíveis impactos ao meio ambiente.
“A quase totalidade das demandas que eu tenho enfrentado vêm de uma questão ideológica, elas não vêm de uma questão objetiva. Nós temos atraso na implementação de projetos, nós temos riscos, nós somos acionados pelos nossos investidores ou acionistas com falta de declaração em prospectos”, disse Arap durante participação no Congresso Internacional do Direito Minerário, promovido pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração).
Na abertura do 2º dia do evento, em Brasília, o vice da Vale defendeu que os questionamentos dos procuradores atingem não só a mineradora, mas todos os agentes do setor.
“Todos aqui sabem e enfrentam esses problemas.
