Sem citar sessão do STF, ministra Cármen Lúcia lamenta momento de descrença da população com a administração pública
Um dia após a sessão inédita do Supremo Tribunal Federal (STF) na esteira da crise do caso Master, ministros passaram a avaliar nesta quarta-feira (16), nos bastidores, os principais motivos dos desgastes e bate-bocas que dominaram o plenário, além de mapearem o potencial de uma nova divisão.
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A condução da sessão pelo presidente do STF, Edson Fachin, recebeu críticas das duas alas da Corte - a que apoia Alexandre de Moraes e a alinhada com André Mendonça. A maior reclamação do grupo de Moraes é por Fachin ter levado perto da eleição o relatório da Polícia Federal que apontou Moraes como interlocutor de mensagens de Vorcaro.
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O grupo também se queixa de falta de isonomia no tratamento de suspeitas envolvendo dois ministros.
Para aliados de Mendonça, a queixa é que Fachin não conseguiu discutir se Moraes deveria mesmo ter votado e não imprimiu o ritmo da sessão, dando espaço para Flávio Dino e Gilmar Mendes conduzirem as discussões e até os embates.
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