O Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração) atua junto ao governo federal com propostas sobre os critérios de análise que serão usados pelo Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos. O projeto de lei que determina a criação do órgão será sancionado nesta 4ª feira (16.set.2026), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em cerimônia no Planalto.
Responsável por representar o setor de mineração, o instituto participa das conversas do governo para definir o escopo da atuação do colegiado, que terá o poder de avaliar e homologar operações de relevância estratégica no setor, como transferências de controle societário, compartilhamento de informações geológicas ou contratos internacionais envolvendo minerais críticos e estratégicos.
Segundo o presidente do Ibram, Pablo Cesário, uma das prioridades na interlocução junto ao Planalto é que o conselho não interfira nas operações rotineiras do setor.
“Há transações todos os dias, com fusões, aquisições, mudanças de direito minerário, como é de qualquer setor da economia. A gente quer deixar completamente de fora o que são transações rotineiras, com homologação automática”, disse Cesário em entrevista ao Poder360.
