A sessão do Supremo Tribunal Federal realizada na terça-feira (15), que analisaria a possível abertura de uma investigação envolvendo Alexandre de Moraes, expôs fragilidades na condução dos trabalhos por Edson Fachin.
Segundo apuração da âncora Tainá Falcão para o Bastidores CNN desta quarta-feira (16), integrantes de diferentes grupos dentro do STF avaliaram que Fachin teve sérias dificuldades para controlar os debates e conter a escalada de tensão entre os ministros.
“Foi um assunto comentado nas duas alas. Na ala que defendia Alexandre de Moraes e no grupo que defendia o ministro André Mendonça, por razões muito semelhantes”, destacou a âncora.
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Tainá destacou que Fachin demonstrou nervosismo já na abertura da sessão, chegando a gaguejar em determinado momento. Apesar disso, concluiu sua fala com uma promessa de que levaria adiante a finalidade do julgamento, independentemente dos obstáculos.
“Nem mesmo no começo da sessão a gente viu o controle sendo exercido pela presidência do Supremo, pelo contrário. Com papéis muito delimitados pelos outros ministros, especialmente pela ala pró-Alexandre de Moraes, Fachin ficou praticamente, na visão desses dois grupos, emparedado”, destacou Tainá.
