Luan Monteiro Paschoal Pires é o representante do PCO (Partido da Causa Operária) na disputa pelo governo do Rio de Janeiro. Aos 30 anos, o estudante de jornalismo é dirigente do partido e da Aliança da Juventude Revolucionária, movimento de jovens do partido.
Nascido na capital fluminense, Luan obteve destaque no movimento estudantil. Dentre pontos de sua atuação, o partido destaca o papel na organização de greves contra o ensino à distância na pandemia e apoio a greves de trabalhadores, como dos garis do Rio de Janeiro e de funcionários da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), em Volta Redonda.
Outro destaque dos pronunciamentos do candidato é o apoio “aos povos oprimidos do mundo inteiro”. O jornalista esteve à frente da organização de manifestações favoráveis à Palestina, ao Irã e à Rússia.
Em 2022, o DCO (Diário Causa Operária), jornal editado pela legenda, noticiou que Monteiro chegou a ser preso em um ato pró-Rússia após um conflito com manifestantes do MBL (Movimento Brasil Livre). Posteriormente, o mesmo portal informou que o candidato foi absolvido do processo de agressão.
Em outubro de 2025, após a operação policial nos Complexos do Alemão e da Penha, a mais letal da história do estado, o diretório estadual do PCO no Rio de Janeiro fez uma publicação em que defende o fim das forças policiais e a instalação de uma “milícia armada” com comandantes eleitos pela população de cada região.
