Os eleitores israelenses vão às urnas no dia 27 de outubro para votar nas eleições que vão renovar o legislativo. Em Israel, o Parlamento recebe o nome de Knesset, e cabe a ele escolher o próximo governo.
O Knesset, nos moldes como funciona atualmente, foi nomeado em homenagem ao Knesset Hagedolah (Grande Assembleia), um conselho representativo judaico convocado em Jerusalém no período pós-exílio na Babilônia, no século V antes de Cristo.
A instituição foi criada após a fundação do Estado de Israel, em 1948. Durante um ano, o país teve uma legislatura temporária chamada Conselho do Povo, composta por 37 membros.
Em janeiro de 1949, Israel teve eleições para a Assembleia Constituinte. Após a eleição, a assembleia adotou o nome de Knesset e elegeu Chaim Weizmann como o primeiro presidente. David Ben-Gurion, que liderou a criação do Estado israelense, formou o primeiro governo e se tornou primeiro-ministro.
No sistema parlamentarista israelense, 120 legisladores são eleitos para um mandato de quatro anos e se reúnem em uma única câmara. O voto é facultativo e é um direito garantido a todos os cidadãos israelenses maiores de 18 anos. A votação é feita em cédulas de papel.
A população vota para eleger os integrantes do Knesset, que, por sua vez, escolhem quem será o primeiro-ministro. O gabinete ministerial liderado pelo premiê é responsável pela direção dos assuntos de interesse público.
Atualmente, o Knesset está na 25ª legislatura.
