O clássico slasher Halloween - A Noite do Terror virou jogo de videogame em Halloween: The Game na última terça-feira (8). O título da Illfonic reimagina a história do filme original de 1978, mas com uma pegada de jogo multiplayer assimétrico de terror.
Os jogos multiplayer assimétricos, em que um jogador precisa superar um grupo de outros jogadores, compõem uma categoria bastante conhecida por fãs de franquias de terror. O exemplo mais notável da categoria é Dead by Daylight, jogo como serviço lançado em 2016, que mantém uma comunidade forte até hoje.
Para a Illfonic, o gênero também não é novidade. A empresa é reconhecida pelos seus jogos assimétricos: Predator: Hunting Grounds, Ghostbusters: Spirits Unleashed e Friday the 13th: The Game são bons exemplos. Portanto, Halloween: The Game é um território conhecido tanto para a empresa quanto para os fãs da desenvolvedora.
Contudo, assim como aparentemente aconteceu com jogos anteriores, a Illfonic parece ter novamente lançado um game com algumas boas ideias, outras, não tão boas assim, mas com uma notável falta de capricho. Nesta análise, o Voxl conta como foi revisitar a história de Michael Myers em Haddonfield e destrincha se o novo jogo é tão aterrorizante quanto o filme no qual se baseia.
Michael Myers é absolutamente implacável
Assim como nos filmes, a história do jogo começa quando Myers escapa do hospital psiquiátrico onde esteve internado desde que assassinou sua irmã a sangue frio mais de 20 anos antes.
