Emater confirma redução de área plantada de arroz no RS
O Google fechou o maior acordo de remoção de carbono de sua história para apoiar um projeto em mais de 200 mil hectares de plantações de arroz no Rio Grande do Sul.
A iniciativa, conduzida pela empresa Terradot, na qual o Google é investidor, pretende reduzir o metano liberado pelo cultivo e, ao mesmo tempo, retirar dióxido de carbono (CO₂) da atmosfera.
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O projeto combina duas ações: reduzir o metano produzido nas plantações de arroz e usar rochas para retirar CO₂ da atmosfera. A segunda parte funciona ao acelerar uma reação que já acontece naturalmente: algumas rochas absorvem o CO₂ presente no ar.
Por que o arroz está no meio dessa história?
O arroz é cultivado, em muitos casos, em áreas alagadas. Esse ambiente favorece a ação de microrganismos que produzem metano, um gás de efeito estufa.
Segundo uma avaliação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), os arrozais respondem por cerca de 10% a 12% das emissões globais de metano.
O projeto pretende reduzir essa emissão e, depois, contabilizar essa redução na forma de créditos de carbono. A previsão é que a iniciativa gere créditos equivalentes a 1 milhão de toneladas métricas de metano que deixariam de ser emitidas até 2030. Mas o metano é apenas metade da história.
🔍 O que é um crédito de carbono? É uma forma de contabilizar uma redução ou retirada de gases de efeito estufa da atmosfera.
