Em uma estufa no noroeste da Alemanha, pés de café são submetidos a diferentes níveis de estresse hídrico. Pesquisadores acompanham o processo e observam como microrganismos e bioestimulantes alteram a resposta das plantas. Alguns metros adiante, tomates, cevada e outras culturas passam por testes semelhantes. Nos laboratórios, placas de Petri, equipamentos de sequenciamento genético, microscópios e câmaras de cultivo analisam bactérias, fungos e moléculas que poderão compor a próxima geração de produtos da Yara.
É nesse complexo de pesquisa em Dülmen, na Alemanha, o maior centro global de pesquisa e desenvolvimento da fabricante de fertilizantes, ampliado neste ano, que a empresa concentra parte da estratégia para expandir um dos segmentos que mais cresce dentro do grupo: os produtos biológicos.
Embora o negócio ainda represente uma fatia pequena da operação global da Yara, a companhia afirma que o segmento cresce cerca de 10% ao ano, acima das demais áreas da empresa, e continuará recebendo investimentos em pesquisa e desenvolvimento. A expansão, no entanto, será gradual e condicionada à viabilidade econômica e à formação de parcerias.
“O negócio de biológicos cresce tremendamente.
