O Jeep Commander é um dos carros mais importantes do Brasil para a fabricante norte-americana. Produzido em Goiana (PE), em março deste ano, ele ganhou versões híbridas para se tornar mais competitivo e sustentável.
Ao longo de uma semana, a reportagem da CNN Brasil testou o Jeep Commander Limited MHEV para entender como é o consumo urbano do carro. Ainda assim, também levamos o SUV de sete lugares para a estrada para verificar a média de consumo.
Ao longo de quase 600 quilômetros percorridos, o Jeep Commander se mostrou um carro bom de dirigir e com um bom pacote de equipamentos. A versão Limited é a mais barata da gama eletrificada e tem preço de tabela de R$ 255.690 (setembro de 2026).
A variante tem alguns itens a menos que a Overland MHEV, como a falta do teto solar, não tem bancos com memória ou câmera 360º, tem seis airbags (são sete na Overland) e conta com rodas de aro 18 polegadas, enquanto a Overland tem rodas aro 19.
O interior mescla o couro com suede na cor branca, o que deixa o carro com um toque a mais de sofisticação. A combinação de tons é um acerto do carro.
Por fora, o modelo que testamos é na cor Azul Jazz, que acrescenta mais R$ 2.200 no saldo do SUV de sete lugares. Ao total, já chega a R$ 257.890.
Em termos comparativos, o Caoa Tiggo 8 Pro PHEV é um concorrente de preço mais barato (R$ 249.990) e com sistema eletrificado mais moderno. Pode rodar 1.200 km com um tanque e, segundo a marca, tem consumo na cidade de 36,1 km/l.
