A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ainda avalia anunciar novos nomes que poderão integrar um eventual governo dele como ministros de Estado antes do primeiro turno das eleições.
A estratégia é discutida internamente como uma forma de apresentar ao eleitorado parte da equipe que estaria à frente de áreas consideradas prioritárias em um eventual governo Flávio e reforçar uma mensagem de preparo da candidatura para administrar o país.
Até o momento, Flávio anunciou somente o oftalmologista Claudio Lottenberg como futuro ministro da Saúde em um eventual governo.
Outros nomes foram anunciados como colaboradores da campanha nos últimos meses, especialmente na área econômica, com destaque a Daniella Marques e Adolfo Sachsida. No entanto, fora Lottenberg, mais ninguém está confirmado como ministro, se Flávio for eleito.
Um ponto que joga contra um eventual anúncio é que poderiam surgir questionamentos para o detalhamento de medidas - e há integrantes da campanha que defendem deixar isso só para depois das eleições, sobretudo agora que Flávio está bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto.
Outro ponto que também pesa para a campanha segurar qualquer anúncio é que as atenções estão voltadas à crise do STF (Supremo Tribunal Federal) e aos julgamentos de possível abertura de investigações contra Alexandre de Moraes e André Mendonça, ambos magistrados da Corte.
