O governo e o setor privado defenderam a união de esforços e uma “conjunção” dos investimentos no saneamento como fundamentais para a universalização completa dos serviços de água e esgoto até 2033, conforme estipulado pelo marco legal.
O painel “A escala de capital para universalizar o saneamento” ocorreu durante o CNN Talks Infra Saneamento: A Segunda Metade do Caminho até 2033, realizado nesta terça-feira (15), em São Paulo, que reuniu autoridades, empresários e especialistas.
Participaram do painel o ministro das Cidades, Antônio Vladimir Moura Lima, o Superintendente de Infraestrutura do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), Felipe Borim, a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de SP, Natalia Resende, e o presidente da Sabesp, Carlos Piani.
Em sua fala, o ministro afirmou que a universalização dos serviços é um desafio grade, mas que isso não tira a necessidade de “acelerar” o processo e transformar os investimentos em realidade.
Segundo Lima, o governo faz gestão junto aos estados e municípios e “não há o que falar em adiar” o prazo de 2033.
Ainda durante o painel, o ministro defendeu os investimentos em conjunto com setor privado ao citar as debêntures incentivadas e a destinação de recursos para municípios menores e mais carentes.
