A professora da Universidade Carnegie Mellon, Uju Anya, comemorou nas redes sociais o aniversário de um ano da morte do ativista conservador Charlie Kirk. A universidade, sediada no Estado norte-americano da Pensilvânia, criticou as publicações, afirmou que está analisando o caso, mas não anunciou a demissão da docente. Oficialmente, Anya está em licença profissional voluntária e não ministra aulas no campus durante o atual ano acadêmico.
As publicações foram feitas em 10 de setembro, data que marcou um ano do assassinato de Kirk. Em uma delas, Anya escreveu: “Morra primeiro, homem branco, e depois pergunte a si mesmo por que estou dançando”. A professora também fez outras manifestações sobre a morte do ativista. Anya posteriormente apagou as publicações.
Hey @CarnegieMellon, you support your professor celebrating Charlie Kirk's assassination?
She also said "Die first, white man, then ask yourself why I’m dancing." https://t.co/QYhi6ta9FM pic.twitter.com/Ezkw1KVM8f, Corey A. DeAngelis, school choice evangelist (@DeAngelisCorey) September 11, 2026
Em comunicado, a Carnegie Mellon afirmou estar “profundamente preocupada” com as recentes publicações “hostis e ameaçadoras” feitas por Anya nas redes sociais. A instituição informou que está analisando o caso.
Universidade não demitiu professora
A universidade não informou se a licença profissional voluntária tenha relação com as publicações.
