Presidente do STF, ministro Edson Fachin em sessão plenária extraordinária do STF - 15/09/2026
Rosinei Coutinho/STF
A falta de uma decisão do STF sobre a análise conjunta ou separada dos casos de Alexandre de Moraes e André Mendonça deixa em aberto o que acontecerá na sessão da próxima quarta-feira (23), segundo o jurista Gustavo Sampaio. Para ele, se o presidente da Corte, Edson Fachin, mantiver o processo na pauta, o plenário terá de retomar a discussão que ficou inconclusa nesta terça-feira (15).
Fachin havia marcado a análise do relatório da Polícia Federal sobre a relação entre Alexandre de Moraes e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, documento tornado público por André Mendonça. O plenário, porém, sequer chegou ao mérito: uma divergência sobre a análise conjunta ou separada dos casos dominou a sessão. O placar estava em 4 a 3 pela separação quando Flávio Dino pediu vista e suspendeu o julgamento.
“A posição do ministro Fachin, devo dizer, não é uma posição nada confortável, muito longe disso”, afirmou Sampaio em entrevista à GloboNews. “O ministro Fachin fatalmente terá que tomar uma nova postura a respeito do dia 23. Eu estou acreditando que, até lá, alguma notícia nós receberemos da presidência do Supremo Tribunal Federal em torno disso, mas ainda é aguardar.”
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Segundo Sampaio, a definição sobre a pauta não é a única questão pendente.
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