Resumo
A CoinEx, corretora de criptoativos com sede em Hong Kong, anunciou o encerramento de suas operações após 9 anos, afetando clientes em todo o mundo, incluindo o Brasil.
A decisão foi justificada pelo CEO e cofundador, Haipo Yang, devido a dificuldades regulatórias e riscos de segurança, somados ao cenário de enfraquecimento de negociações no mercado de criptomoedas e à concorrência com plataformas maiores.
Os clientes têm até 22 de dezembro de 2026 para transferir seus recursos; a CoinEx iniciou um processo de encerramento ordenado, com cronograma definido para o saque e a transferência de ativos.
Após quase dez anos de existência, a corretora de criptoativos CoinEx anunciou o encerramento de suas atividades. Com sede em Hong Kong, a empresa era conhecida em vários países, incluindo o Brasil. A decisão tem efeito global. Os clientes têm até 22 de dezembro para transferir seus recursos.
A plataforma da CoinEx permitia a negociação de diversos tipos de ativos digitais, como Bitcoin, Ethereum e USDT (Tether), além de também trabalhar com um token próprio, o CET (CoinEx Token).
Embora não registrasse o mesmo volume de negociações de plataformas como Binance, Coinbase e OKX, a CoinEx era relativamente popular, tendo alcançado mais de 10 milhões de clientes registrados ao redor do mundo desde que iniciou as suas operações, em 2017.
Mas, se a CoinEx fazia tamanho sucesso, o que explica o seu encerramento repentino?
