Terça, 15 de setembro de 2026 Atualizado em tempo real
← Brasil
Brasil 15/09/2026 às 15:53

CNI defende dobrar gasto em infraestrutura para atingir 4,6% do PIB

CNI defende dobrar gasto em infraestrutura para atingir 4,6% do PIB

O Brasil precisa dobrar os aportes em infraestrutura em relação ao patamar atual para cobrir um “hiato histórico de investimentos” e aproximar o país dos padrões internacionais, afirma estudo divulgado nesta 3ª feira (15.set.2026) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Para atingir esse objetivo, a entidade defende que o país eleve seus gastos em infraestrutura para 4,65% do PIB ao ano, cerca de R$ 550 bilhões, ao longo das próximas duas décadas. Em 2024, os investimentos no setor alcançaram R$ 266,8 bilhões, ou 2,27% do PIB, e em 2025, em R$ 277,9 bilhões, ou 2,19%. 

Segundo o relatório da CNI, houve recuo significativo dos aportes de recursos públicos no setor. A média anual desse tipo de investimento caiu de R$ 208,5 bilhões no período de 2010 e 2014 para R$ 107 bilhões em 2024. Leia a íntegra do estudo (PDF - 26 MB).

Os investimentos privados, em contrapartida, registraram tendência inversa, aumentando a participação nos projetos de infraestrutura no mesmo intervalo. Saíram de R$ 88,6 bilhões de 2010 a 2014 para R$ 184,5 bilhões em 2024. 

No ano passado, foram R$ 188,5 bilhões de origem privada, o equivalente a 70,5% do total aportado no setor, contra R$ 78,6 bilhões de recursos públicos.

Compartilhar

Mais em Brasil

Saiba quem está presente no plenário do STF assistindo ao julgamento
há 10 min

Saiba quem está presente no plenário do STF assistindo ao julgamento

Banco Central injeta US$ 1 bilhão no mercado à vista
há 10 min

Banco Central injeta US$ 1 bilhão no mercado à vista

PRTB troca Marçal por Leonardo Avalanche na disputa à Presidência
há 10 min

PRTB troca Marçal por Leonardo Avalanche na disputa à Presidência

Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+
há 12 min

Turquia prende dezenas de manifestantes que protestavam contra a repressão LGBTQIA+