O Santos vive uma situação um tanto quanto peculiar nos bastidores. Ao mesmo tempo em que desfruta de boa fase dentro de campo, tendo vencido quatro dos últimos cinco jogos, e se gaba do fato de ter movimentado o mercado com as contratações de Rodinei, Arthur, Lima, Everton Cebolinha e Philippe Coutinho, o clube ainda não tem recursos para pagar a troca do gramado da Vila Belmiro, alvo de diversas críticas públicas dos jogadores por conta de seu mau estado nas últimas semanas.
PLACAR apurou que a diretoria santista busca, neste momento, um “investidor” ou um acordo com alguma empresa para custear as reformas que ocorrerão ao fim da temporada – o último jogo será em 2 de dezembro, contra o Botafogo.
Além do gramado da Vila, vencido há pelo menos quatro anos, o entendimento é de que os dois campos de grama natural do CT Rei Pelé também precisarão ser trocados. O gasto estimado é de pouco mais de R$ 11 milhões, dinheiro que hoje o clube diz não ter.
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Um post compartilhado por Klaus Richmond | Jornalista (@klausrichmond)
A justificativa da agremiação intriga pelo fato de que pelo menos três dos cinco reforços – Arthur, Cebolinha e Coutinho – terem chegado com salários milionários. É a mesma situação do zagueiro Lucas Veríssimo, trazido em março por 4 milhões de euros (R$ 24,1 milhões) e dono de um dos maiores salários do elenco.
Apenas em relação aos atletas, o Santos deve uma parcela dos direitos de imagem e do recolhimento do FGTS.
