Terça, 15 de setembro de 2026 Atualizado em tempo real
← Brasil
Brasil 15/09/2026 às 14:22

Política para data centers deixa de fora regra sobre fontes de energia

Política para data centers deixa de fora regra sobre fontes de energia

Apesar de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ter sancionado nesta 3ª feira (15.set.2026) o projeto de lei que institui o Redata (Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter), o governo federal ainda não definiu quais fontes de energia poderão ser usadas pelos empreendimentos beneficiados pelo programa.

O debate é um dos pontos que ficaram pendentes para a regulamentação do projeto após a aprovação pelo Congresso. O texto original estabelecia que apenas data centers abastecidos por energia 100% renovável poderiam receber os incentivos fiscais, mas uma alteração de última hora no no Senado incluiu também fontes “consideradas de baixa emissão”. Isso abriu brecha para o uso de gás natural, defendido por representantes da indústria, congressistas e segmentos do próprio governo.

Em entrevista a jornalistas após a cerimônia de sanção, integrantes da equipe técnica do Ministério da Fazenda disseram que a decisão sobre as fontes de energia será publicada posteriormente em uma portaria separada, mas não apresentaram prazo para a definição. 

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, a inclusão do gás natural está em discussão dentro do governo e é motivo de divergências entre diferentes áreas do Planalto.

Compartilhar

Mais em Brasil

Lula evita comentar julgamento de Moraes no STF
há 19 min

Lula evita comentar julgamento de Moraes no STF

Advogado vê crise no STF em sessão sobre Moraes
há 23 min

Advogado vê crise no STF em sessão sobre Moraes

Irmão de Vini Jr. inicia graduação em Madri em curso anual de R$ 93 mil
há 27 min

Irmão de Vini Jr. inicia graduação em Madri em curso anual de R$ 93 mil

Após bate-boca, Dino diz a Fachin que falas em sessão não foram “pessoais”
há 28 min

Após bate-boca, Dino diz a Fachin que falas em sessão não foram “pessoais”