IMPERATRIZ – O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) deflagrou, nesta terça-feira (15), a Operação Faenerator para investigar um grupo suspeito de agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a Administração Pública em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana.
A Justiça autorizou o bloqueio e a indisponibilidade de até R$ 621,4 milhões em bens e valores ligados aos investigados. A medida alcança recursos financeiros, imóveis, veículos, aeronaves, embarcações e outros patrimônios.
Clique aqui para seguir o canal do Imirante no WhatsApp
A operação teve como alvo residências, sedes de empresas e propriedades rurais. Também foi autorizada a apreensão e análise de equipamentos eletrônicos encontrados durante as buscas.
Investigação envolve contratos públicos de Imperatriz
A apuração surgiu a partir do cruzamento de informações obtidas em operações anteriores, entre elas Regalo, Timoneiro e Pavimentum. Essas investigações já haviam apontado possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas pela Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra).
O trabalho atual concentra-se em um núcleo financeiro suspeito de fornecer recursos para empresas que participavam de contratos e obras públicas no município. Entre elas estão empresas que já haviam aparecido nas investigações sobre possíveis desvios de verbas da Sinfra.
