Uma campanha que incentivou jogadores a desligarem seus PS5 em protesto contra a Sony ganhou repercussão nas redes sociais em agosto, mas aparentemente não conseguiu afetar de forma significativa o uso do console nos Estados Unidos.
Segundo Mat Piscatella, analista da Circana, os dados monitorados pela empresa não registraram “nenhuma mudança significativa” no número de jogadores ou no engajamento durante o período do chamado “PS5 Blackout”.
O que foi o PS5 Blackout?
A campanha surgiu como reação à decisão da Sony de encerrar a fabricação de discos físicos de PlayStation. A proposta inicial era que os participantes desligassem seus PS5 entre 23 e 30 de agosto, criando uma queda perceptível na atividade da plataforma.
Depois do período original, organizadores passaram a incentivar jogadores interessados a manter seus consoles desligados por tempo indeterminado.
Apesar da repercussão nas redes sociais, já existiam dúvidas sobre quantos proprietários de PS5 realmente participariam. O console acumula cerca de 93 milhões de unidades vendidas, segundo os dados mais recentes da Sony citados pela reportagem, o que tornava necessário mobilizar uma parcela considerável da base para que o protesto aparecesse nas métricas gerais.
Número de jogadores praticamente não mudou
Os dados da Circana indicam que isso não aconteceu nos Estados Unidos.
