A inteligência artificial já faz parte dos projetos de empresas de diferentes setores. O desafio agora é colocar essas aplicações em operação, com acesso aos dados necessários, segurança e controle, mesmo quando as informações estão espalhadas por sistemas e estruturas distintas.
O EVOLVE 2026, evento realizado na última quinta-feira (10), no Hotel Unique, em São Paulo, reuniu executivos, especialistas, clientes e parceiros da Cloudera, empresa de tecnologia especializada em plataformas de dados e inteligência artificial que promoveu o encontro. A programação incluiu apresentações, anúncios e discussões sobre como as organizações podem levar a IA da fase experimental para a operação em grande escala.
Na abertura, Charles Sansbury, CEO da Cloudera, disse que as conversas com clientes vêm se concentrando cada vez mais nos problemas que a tecnologia pode resolver. Segundo ele, muitos projetos de inteligência artificial chegam à fase de conceito, mas não avançam para o uso efetivo em produção.
“Os clientes querem falar sobre casos de uso, não sobre bits e bytes. A tecnologia é a base, mas são os casos de uso que ajudam as empresas a chegar mais rapidamente aos resultados”, afirmou Sansbury.
A Cloudera tem centenas de casos de uso de IA em produção em grandes empresas, segundo o executivo. Nos últimos 12 meses, equipes técnicas mapearam essas experiências para identificar práticas e casos de uso que possam servir de referência a organizações de setores semelhantes.
