Um ano após crise do metanol, investigações avançam, mas ainda há mortes no país por intoxicação
Os casos de intoxicação por metanol registrados ao longo de 2025, que deixaram ao menos 25 mortos no país e levaram autoridades de saúde a emitir alertas, colocaram a autenticidade das bebidas no centro das discussões.
O tema, antes mais associado aos prejuízos econômicos da indústria e ao comércio ilegal, passou a envolver diretamente questões de saúde pública e fez a indústria de bebidas alcoólicas se mexer.
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Nesta terça-feira (15), a Diageo, fabricante de bebidas e dona de marcas como Johnnie Walker e Smirnoff, anunciou uma solução feita em parceria com a Securetrace, empresa especializada em tecnologias de segurança usadas em documentos oficiais e sistemas de prevenção a fraudes, para verificar digitalmente a origem das bebidas da companhia.
A proposta é simples: o consumidor aponta a câmera do celular para um selo na embalagem, e o sistema informa se a garrafa foi identificada como autêntica.
O Selo Drink Seguro permite aos consumidores conferir a autenticidade de bebidas alcoólicas.
Rafaela Zem/g1
➡️ A implementação, por enquanto, está restrita ao mercado brasileiro e abrange categorias que historicamente registram casos de falsificação, como uísques, vodcas, gins, tequilas e licores.
Após crise do metanol, garrafas ganham selo que permite detectar bebidas falsificadas pelo celular
