O Brasil caiu 10 posições no ranking de liberdade econômica da Heritage Foundation de 2024 a 2026, indo da 124ª para a 134ª colocação. A Argentina teve o movimento oposto e avançou 39 posições no período, da 145ª para a 106ª.
O Chile manteve a liderança regional e chegou ao 17º lugar. Os dados fazem parte do Índice de Liberdade Econômica de 2026, que avaliou 176 países.
De acordo com a Heritage Foundation, a edição de 2026 considera informações econômicas e políticas, em geral, do 2º semestre de 2024 ao 1º semestre de 2025. A nota varia de 0 a 100 pontos e a avaliação é feita em 12 componentes, agrupados em Estado de Direito, tamanho do governo, eficiência regulatória e abertura de mercados. A nota final é a média simples dos 12 indicadores.
ARGENTINA AVANÇA
A Argentina foi o país com maior melhora na edição de 2026. A nota passou de 49,9 em 2024 para 57,4 em 2026. No mesmo intervalo, o país avançou da 145ª para a 106ª colocação. Desde 2019, a melhora foi de 42 posições, quando ocupava o 148º lugar.
O Paraguai também apresentou avanço relevante. Passou da 80ª posição em 2024 para a 55ª em 2026. A nota subiu de 60,1 para 66,4. O Chile foi de 21º para 17º e segue como o país latino-americano mais bem colocado.
Uruguai, Peru e Colômbia perderam posições desde 2024. O Uruguai caiu da 27ª para a 32ª colocação, enquanto o Peru passou de 49º para 56º. A Colômbia foi de 84º para 91º.
BRASIL PERDE ESPAÇO
O Brasil passou da 124ª posição em 2024 para a 134ª em 2026.
