A busca dos brasileiros por crédito cresceu 15,2% nos últimos 12 meses, segundo o Indicador de Demanda dos Consumidores por Crédito da Serasa Experian. O movimento reforça a importância do crédito para consumo, organização financeira e investimentos de pessoas e empresas, mas também amplia o desafio das instituições de equilibrar acesso e risco.
Informações tradicionais como histórico de pagamentos, score e renda continuam relevantes. Hoje, porém, podem ser combinadas a novas fontes, dados transacionais em tempo real, inteligência analítica e contexto domiciliar e relacional, para construir uma leitura mais completa do consumidor. Em vez de uma fotografia do passado, é possível acompanhar sinais de comportamento, relações e mudanças na realidade financeira ao longo do tempo.
Essa combinação, presente no novo Serasa Score, ajuda as empresas a enxergar mudanças que uma análise estática do consumidor não captaria, permitindo avaliar com maior precisão o risco e os sinais de deterioração da capacidade de pagamento.
Renda e contexto ajudam a completar a avaliação
O modelo de renda da Serasa Experian combina diferentes fontes para estimar os recursos disponíveis e considera fatores como comprometimento da renda, origem dos recebimentos e contexto das pessoas que vivem no mesmo endereço. Segundo a empresa, o modelo apresenta acuracidade média de 74%, índice que chega a 80% entre os consumidores com renda de R$2 mil a R$4 mil.
