Economistas e especialistas do mercado projetam novos movimentos na política monetária do Brasil e dos Estados Unidos nesta semana, diante dos indicadores de inflação dos dois países divulgados na última semana.
A direção, porém, deve ser oposta: enquanto por aqui a expectativa está na redução de 0,25 ponto na Selic, atualmente em 14%, nos EUA as apostas estão em um acréscimo de 0,25 ponto na taxa, que hoje flutua entre 3,5% e 3,75%.
O evento, que acontece em 16 de setembro, é apelidado de “superquarta” por reunir duas decisões importantes sobre juros em um único dia: a do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) e a do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve, o banco central americano).
A reunião desta semana ganha ainda mais peso após os dados divulgados na última “supersexta”, quando Brasil e Estados Unidos apresentaram seus respectivos índices de preços ao consumidor, o IPCA e o CPI.
Expectativa eleitoral impulsiona small caps e atrai investidores
PF: "Nenhum crédito sequer" vendido pelo Master ao BRB pôde ser confirmado
Taxas dos DIs caem após deflação maior que a esperada em agosto no Brasil
No Brasil, especialistas ouvidos pelo CNN Money são unânimes na expectativa de uma redução da Selic, a taxa básica de juros, após o IPCA mostrar queda de 0,32% nos preços em agosto, conforme divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
