Eliminada pela surpreendente Noruega ao perder por 2 a 1 nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira teve o pior desempenho desde o Mundial de 1990, quando caiu, por 1 a 0, para a Argentina na mesma fase.
O resultado aconteceu em meio a um ciclo sinuoso: a presidência da CBF esteve com Ednaldo Rodrigues, passou pelo interventor Fernando Sarney e, desde maio do ano passado, pertence a Samir Xaud até, pelo menos, 2029. O cargo de técnico também foi alvo de intensas trocas.
Após a eliminação para a Croácia na Copa de 2022 e a consequente saída de Tite, Ramon Menezes e Fernando Diniz foram interinos. Depois, chegou Dorival Júnior, que ficou pouco mais de um ano. Desde maio de 2025, o italiano Carlo Ancelotti é quem comanda a Amarelinha.
O período ainda teve resultados esportivos decepcionantes, como a eliminação para o Uruguai nas quartas de final da Copa América de 2024 e a quinta colocação nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026, além da ausência da equipe sub-23 nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Entrevistado do CNN Esportes S/A deste domingo (13), o coordenador-executivo-geral das Seleções Masculinas da CBF, Rodrigo Caetano, comentou o cenário, avaliou a participação na Copa de 2026 e projetou o ciclo até o Mundial de 2030, passando pela Copa América de 2028.
Nosso ciclo passado esteve longe do ideal, em todos os sentidos…interrupções…Nós tivemos mudança de presidente, inúmeras mudanças de técnicos.
