Quando os próprios comandantes da inteligência artificial começam a pedir mais cautela, é bom ouvir o que eles têm a dizer.
Dario Amodei, da Anthropic, Sam Altman, da OpenAI, e Elon Musk, da XAI, defenderam uma redução no ritmo de desenvolvimento dos modelos mais avançados. A proposta não é interromper a tecnologia, mas ganhar tempo para ampliar os testes e reforçar a segurança.
Amodei sugeriu avaliações independentes com amplo acesso aos sistemas. Altman apoiou a ideia. Musk foi direto: disse que Amodei estava certo.
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É um movimento raro entre empresas que disputam mercado, investidores e liderança tecnológica.
O alerta se soma à advertência de Greg Jansen, co-diretor de investimentos da Bridgewater, uma das maiores gestoras de fundos do mundo. Jensen comparou o momento atual a fevereiro de 2020. O coronavírus já circulava, mas o mundo ainda não havia percebido o tamanho do problema.
Essa comparação chama a atenção porque vem de alguém que acompanha de perto os investimentos no setor. Até onde a tecnologia pode avançar antes que governos e empresas consigam estabelecer limites?
A máquina não precisa ter vontade
A inteligência artificial não precisa ter consciência ou ambição para causar danos. Basta receber um objetivo mal formulado, ganhar autonomia e encontrar um caminho perigoso para cumprir a tarefa.
