O Rock In Rio chega ao final de mais uma edição e como sempre presenteando quem gosta de música é fã de um dos maiores festivais de música do planeta. E se mantém vivo e atuante porque se contextualiza a cada versão.
De Santo André a Detroit
Embora distante quilômetros da Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, aproveito quando estou em casa pra curtir alguns momentos do festival pela TV e manter os meus ouvidos atualizados com as novidades e matando saudades com gênios da música e o legado construídos por eles ao longo de uma trajetória extensa.
Entre as novidades, a Islândia tá sempre nos mandando alguma. Como gosto de experiências novas, me amarrei no show da cantora Laufey. A islandesa A artista surpreendeu o público ao cantar em português a música "Perdido de Amor", do compositor brasileiro Luiz Bonfá. Com a sua jovialidade a cantora mistura jazz tradicional, pop e música clássica com forte influência da bossa nova, agradando gerações Z e Master.
E na mesma noite do 7 de setembro, em que a islandesa encerrava o Palco Sunset, antes o sambista Péricles ou Pericão, deixou para trás a linha musical que o consagrou, abraçou hits do soul e do R&B norte-americanos e usou o português somente para conversar com o público. Dizem os críticos que estiveram presente nesta noite no festival, que Péricles foi o "The Best", alguns citam como um dos shows mais marcantes do Rock In Rio 2026.
Pra mim foi uma grata surpresa.
