Quem dirige nas grandes cidades conhece bem o incômodo de passar longos períodos no trânsito. É aqui que entram os chamados semáforos inteligentes, tecnologia já adotada em algumas cidades brasileiras como a aposta das prefeituras locais para melhorar o tráfego.
Os faróis tradicionais funcionam com tabelas de horários e tempos, mas não é o caso dos inteligentes, que são conjuntos de equipamentos e software que, juntos, controlam a sinalização de cruzamentos (ou de uma rede deles) sempre com capacidade de adaptação. Em outras palavras, a tecnologia gerencia o trânsito de forma dinâmica, de acordo com a demanda daquele momento.
Na prática, os equipamentos e o software usam dados do tráfego para definir os tempos entre as luzes do farol, priorizando as vias mais sobrecarregadas com tempos maiores de sinal verde. Além disso, se necessário, os semáforos inteligentes criam "ondas verdes" em corredores inteiros sem alterar o tempo de travessia segura dos pedestres.
Como é o farol inteligente
É um engano pensar que os faróis do tipo contam apenas com câmeras e outros dispositivos. Na verdade, estes equipamentos são para lá de tecnológicos, já que contam com modelos de controle prontos para reagir com variações de fluxo em tempo real enquanto “conversam” com outros equipamentos, bem como com uma central.
Já o nível da tecnologia varia de acordo com o local.
