A bateria é uma preocupação natural em um celular dobrável. Afinal, o Galaxy Z Fold 8 precisa alimentar duas telas, incluindo um painel interno de 7,6 polegadas, e ainda tem hardware de topo de linha. Por isso, decidi fazer uma análise diária bem detalhada, e acompanhei a autonomia durante vários dias de uso normal, como meu celular principal.
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Nesse período, o Fold 8 passou por rotinas bem diferentes. Usei o celular em dias inteiros fora de casa e conectado à rede móvel, durante o trabalho em home office, em fins de semana com mais tempo no Wi-Fi e até em uma viagem internacional entre Brasil e Alemanha.
O uso também variou bastante, mas aplicativos como Instagram, TikTok, Threads, WhatsApp, Samsung Browser, ChatGPT e Spotify apareceram com frequência. Câmera, mapas e outros serviços completaram a rotina em momentos específicos.
Quanto dura a bateria do Galaxy Z Fold 8?
Na prática, o Galaxy Z Fold 8 aguenta um dia inteiro de uso intenso sem precisar de uma recarga intermediária. Nos dias mais pesados, normalmente cheguei ao fim da rotina com algo entre 10% e 20% de bateria restante.
Um dos melhores exemplos aconteceu em 20 de agosto. Tirei o celular da tomada por volta das 7h05, com 100%, e cheguei às 21h03 com 13%. Foram quase 14 horas longe da tomada e 6h50 de tela ligada, o maior tempo registrado durante o acompanhamento.
No dia 26, comecei ainda mais cedo, por volta das 5h17.
