O entra e sai de pedreiros, materiais e funcionários, sob uma placa grená acetinada, onde lê-se “Arena Javari”, revela algo além de um canteiro de obras: o centenário Juventus da Mooca vive uma nova etapa da história grená. Em junho de 2025, associados aprovaram em assembleia geral a transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima do Futebol). O processo destinou 90% do departamento da modalidade ao controle do projeto encabeçado pela Contea Capital, sob o valor de R$ 480 milhões, a serem subsidiados ao longo dos próximos 10 anos. Com o contrato definitivo assinado em outubro do mesmo ano, o agora Juventus SAF passou a contar com novas metas estruturais e esportivas, como a citada transformação do Estádio Conde Rodolfo Crespi em complexo multifuncional e o retorno do time à elite estadual e nacional.
Ver esse post no Instagram
Um post compartilhado por Placar (@revistaplacar)
Menos de um ano depois desse processo, o objetivo de figurar no topo do Campeonato Paulista foi alcançado com a conquista da Série A2 após uma arrancada heróica. “[Na primeira fase], a gente classificou no último jogo, em sétimo lugar. Só que confiávamos no nosso trabalho”, lembra o polivalente meio-campista John Egito, em uma das arquibancadas empoeiradas da Javari em reforma. “Claro que, por trás de tudo, tem a SAF, a diretoria, a comissão [técnica], os atletas.
