Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou o registro da candidatura do empresário Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República nas eleições de 2026.
O julgamento, que ocorreu no plenário virtual da corte, terminou nesta sexta-feira, 11. Todos os demais ministros acompanharam o voto da relatora do caso, Estela Aranha, que votou pelo indeferimento da candidatura de Marçal.
Além de Estela Aranha, compõem o TSE os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Nunes Marques, Antônio Carlos Ferreira, Floriano Marques e Villas Bôas Cueva.
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O primeiro turno das eleições acontece daqui a 22 dias, em 4 de outubro.
Uma das autoras da representação contra o registro da candidatura de Marçal era a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Além dela, a ação foi movida pela deputada estadual Paula Nunes (Psol-SP).
De acordo com o Ministério Público Eleitoral, Marçal não comprovou sua filiação ao PRTB dentro do prazo legal. O órgão alegou que ele ainda era filiado ao União Brasil em abril deste ano, quando se encerrou o período reservado para as filiações partidárias.
Apesar da inelegibilidade, Marçal registrou sua candidatura minutos antes do fim do prazo, com base em uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Com essa decisão da Justiça Eleitoral, o empresário pôde deixar o União e migrar para o PRTB.
