Documentos da investigação sobre o caso Master que tiveram o sigilo retirado por determinação do ministro André Mendonça detalham despesas com hospedagem e estrutura da produção do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os registros apontam gastos de mais de R$ 1,4 milhão com hotéis, incluindo despesas atribuídas ao ator norte-americano Jim Caviezel, protagonista do longa, além de gasto de R$ 10 mil com o aluguel de uma peruca para o ator norte-americano que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Entre os gastos da produção estão aluguel de perucas e apliques, hospedagens, figurinos, aluguel de veículos, entre outros.
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A produção cinematográfica é citada pela Polícia Federal como um dos elementos analisados na apuração sobre a destinação de recursos investigados no inquérito.
As informações constam na quebra de sigilo das investigações relacionadas com o caso “Dark Horse” determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na sexta-feira (11).
Gastos com hospedagem
Entre os comprovantes reunidos na documentação da empresa GoUp, aparecem transferências para custear a estadia de integrantes da produção.
Em 28 de novembro de 2025, por exemplo, foi registrado um pagamento de R$ 8,7 mil referente à hospedagem de Mark Giffen, identificado nos documentos como filho de Cyrus Giffen, em períodos entre novembro e dezembro daquele ano.
Os registros também mostram pagamentos ao hotel Unique, em São Paulo.
Perucas, figurino, hospedagens: veja gastos de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro
