Rússia usa drones com propulsão a jato na guerra da Ucrânia
É uma bela viagem de duas horas rumo ao norte, partindo de São Francisco, no Estado americano da Califórnia, até o Крѣпость Россъ.
Depois de atravessar a neblina na Golden Gate, passo pelos vinhedos queimados pelo sol até o distante litoral de Sonoma, onde abro as janelas do carro.
À minha esquerda, a Califórnia mergulha no oceano Pacífico e as focas fazem barulho nas rochas que se erguem das águas cobertas pela espuma. E, à minha direita, os penhascos quase atingem o céu e imensas sequoias brotam à beira das curvas da estrada.
De repente, uma capela isolada com duas cúpulas e cruzes ortodoxas surge contra o oceano azul.
Saio do carro e sigo uma trilha a pé, até encontrar uma placa em alfabeto cirílico, em frente a uma estrutura com a aparência de um forte de madeira, construída a 46 metros de altura, em uma falésia em frente ao mar.
"Bem-vindo ao Forte Ross (Крѣпость Россъ), o extremo sul do império russo", saúda o arqueólogo Chris Kimsey, da California State Parks, o Departamento de Parques e Recreação do Estado.
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Com o Forte Ross como base, a Rússia tentou reivindicar todo o litoral noroeste do Pacífico que, hoje, faz parte dos Estados Unidos
Eliot Stein via BBC
Todos os anos, milhões de turistas viajam pelas curvas da Pacific Coast Highway, uma das mais deslumbrantes rodovias dos Estados Unidos, que percorre todo o litoral da Califórnia.
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