Veja imagens raras do atentado às Torres Gêmeas de NY, há 25 anos
A história da aviação comercial pode ser dividia entre antes e depois dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, que completou 25 anos na última sexta-feira. Nenhum outro evento mudou tanto as regras do setor.
No dia da tragédia, a primeira aeronave atingiu a torre norte do World Trade Center às 8h46 da manhã em Nova York (9h46 em Brasília). Às 9h03, o segundo avião colidiu contra a torre sul do complexo.
Apenas 13 minutos depois, às 9h26, as autoridades do controle de tráfego aéreo dos EUA tomaram a decisão mais radical da aviação no país: determinaram um "ground stop" total, ou seja, que todos os aviões civis sob os céus do país deveriam pousar.
Às 12h16, o último dos cerca de 4.500 voos afetados finalmente pousou. Outros milhares de voos foram cancelados. As decolagens só voltariam a ocorrer no dia seguinte, mas de forma gradual: apenas 252 voos foram realizados no país naquele dia, há exatos 25 anos.
O dia 12 de setembro marcou o início de uma remodelação total dos processos da aviação nos EUA e, por consequência, no mundo, a FAA, agência que controla o setor nos EUA, e a EASA (que cumpre o mesmo papel na Europa) estabelecem uma série de regras e certificações que acabam servindo de parâmetro para todos os outros órgãos reguladores.
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