Quem acompanha as novidades da Disney nas telonas sabe que o estúdio vem apostando cada vez mais em remakes em live-action de suas amadas animações. O caso mais recente é o de Moana, que trouxe pessoas reais para interpretar personagens clássicos da animação de 2016.
O cenário, no entanto, não é muito animador para a casa do Mickey. Isso porque nem mesmo o apelo de clássicos do estúdio garantem bons resultados de bilheteria quando eles são reformulados para o live-action.
Moana é um ótimo exemplo disso: com US$ 308 milhões arrecadados em todo o mundo e um orçamento de US$ 250 milhões, o live-action deve entrar na lista de um dos maiores fracassos da Disney neste ano, inclusive do próprio formato.
Em contrapartida, o live-action Lilo & Stitch (2025) foi um sucesso estrondoso de bilheteria, arrecadando mais de US$ 1 bilhão ao redor do mundo. O filme foi um respiro para o estúdio depois de algumas tentativas fracassadas para lançar adaptações em live-action de grandes clássicos.
Mas se essa estratégia de lançar um remake atrás do outro é tão inconsistente, por que a Disney continua fazendo live-action de suas animações? O Canaltech analisa esse movimento.
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Pode até parecer uma estratégia recente, mas a Disney vem apostando em remakes live-action desde a década de 1990, quando Glenn Close deixou sua marca na história do cinema ao interpretar a icônica vilã Cruella de Vil no filme 101 Dálmatas (1996).
