O coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), senador Rogério Marinho (PL-RN), pediu ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Edson Fachin, o fim do sigilo das investigações relativas aos inquéritos em curso das fake news/milícias digitais, das fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e de suspeitas envolvendo emendas parlamentares.
O ofício foi apresentado nesta sexta-feira (11) por Marinho após Fachin determinar a quebra de sigilo do inquérito-mãe do caso do Banco Master.
No documento, Marinho afirma que publicizar os atos processuais é um princípio constitucional, com o devido respeito ao sigilo quando for preciso preservar a eficácia de diligências, proteger a intimidade de pessoas ou resguardar outros valores protegidos pela Constituição.
Ele ainda afirma que uma atitude semelhante à já tomada no caso Master ajudaria a diminuir vazamentos seletivos e a fortalecer a confiança no próprio Judiciário.
“A adoção de orientação dessa natureza contribuiria também para reduzir os efeitos deletérios dos vazamentos seletivos. A publicidade, naquilo que não prejudique a investigação, constitui também mecanismo de proteção da própria credibilidade do sistema de Justiça”, escreveu no ofício ao presidente do STF.
“Há, sobretudo, uma questão de coerência institucional.
