O líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, Rogério Marinho (PL-RN), pediu nesta sexta-feira (11) para o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que torne públicos os inquéritos conhecidos como das "Fake News", "Milícias Digitais" e do "INSS".
No ofício, o senador argumenta que a derrubada de sigilo, de outras ações, que não somente a do Banco Master, reduzirá "o espaço para vazamentos seletivos".
Fachin, acolheu nesta sexta um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para retirada de sigilo de documentos do caso Master. O presidente da corte deu 24 horas para que o ministro André Mendonça, relator do caso Master no STF, libere toda a documentação.
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Mendonça afirmou que divulgou tudo o que estava disponível e nega ter feito a retirada seletiva do sigilo do caso Master.
Uma parte dos documentos já começou a ser divulgada. Eles mostram, por exemplo, que Flávio Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura a possível prática de crimes relacionados ao financiamento da produção do filme "Dark Horse", sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apontam ainda que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro orientou a gestão e a remessa de recursos nos Estados Unidos para o financiamento do filme.
A solicitação do coordenador da campanha de Flávio vem como resposta à divulgação desses novos detalhes sobre os irmãos Bolsonaro.
Oposição pede a Fachin quebra de sigilo de inquéritos das 'fake news' e de 'fraudes no INSS'
