No campo, o trabalho das mulheres é marcado por uma busca constante por conhecimento. Ciência, tecnologia, sustentabilidade e gestão caminham com um olhar cada vez mais atento para quem vive e trabalha no agro. Quando essa atuação é reconhecida, o prêmio vai além de uma conquista individual e ajuda a dar visibilidade a práticas que vêm transformando o setor.
No Ano Internacional da Mulher na Agricultura, a valorização da participação feminina ganha ainda mais importância. Na Bahia, Suzana Viccini é um exemplo dessa trajetória. Produtora de soja e milho e ligada também à pecuária, ela atua na gestão da propriedade e conquistou o segundo lugar na categoria média propriedade do Prêmio Mulheres do Agro, realizado pela Bayer em parceria com a Abag.
Há mais de 30 anos na atividade rural ao lado do marido, Suzana conta que foi construindo seu espaço dentro da propriedade conforme as demandas surgiam. “Trabalho na propriedade há mais de 30 anos. Durante esse tempo, fui aprendendo a me colocar e encontrar o meu espaço dentro da propriedade”, conta.
Para a produtora, a presença feminina contribui para ampliar a forma como os desafios da atividade são observados e enfrentados. ”As propriedades agrícolas têm muitas demandas e são muitos os pontos de atenção que precisamos ter”, explica.
Suzana entende que cada produtora pode encontrar dentro do agro uma forma de contribuir e transformar a realidade ao seu redor.
