Em pouco mais de uma hora, quatro aviões comerciais com passageiros caíram em diferentes pontos dos Estados Unidos na manhã de 11 de setembro de 2001. Dois atingiram as Torres Gêmeas, em Nova York, um caiu sobre o Pentágono e o quarto caiu em um campo, deixando, ao todo, quase 3 mil mortos.
Essa série de incidentes trágicos foi posteriormente revelada como um esforço coordenado por 19 sequestradores pertencentes ao grupo islâmico extremista Al Qaeda, que perpetraram o maior ataque terrorista da história dos Estados Unidos.
A resposta dos Estados Unidos foi contundente e seus efeitos ainda são sentidos hoje: o Afeganistão, suposto refúgio da Al Qaeda, foi invadido um mês depois, dando início a uma guerra de quase 20 anos; em 2003, foi a vez do Iraque, ambas as ações inseridas no contexto da chamada “Guerra ao Terror”; e os controles migratórios foram endurecidos em todo o mundo.
Mas como esses atentados impactaram os países da América Latina, justamente no início do novo milênio? A CNN consultou especialistas sobre os diferentes efeitos que os ataques tiveram na região, 25 anos depois de um dia que mudou o mundo.
As primeiras imagens
“Acho que sentir que o colosso do norte foi vulnerabilizado em sua principal cidade, o ponto de referência do Ocidente, teve uma enorme repercussão na América Latina”, disse à CNN Antonio Herrera Vaillant, analista internacional e historiador venezuelano.
