A superfície da Lua pode estar coberta por fragmentos microscópicos de uma antiga tecnologia alienígena, e cientistas acreditam que pode ser possível encontrá-los. A hipótese foi apresentada em novo estudo que propõe uma maneira diferente de procurar sinais de civilizações extraterrestres.
O trabalho, porém, não afirma ter encontrado qualquer evidência de civilizações alienígenas avançadas. Trata-se de um estudo teórico que sugere uma nova estratégia para procurar possíveis vestígios de sua existência.
Ao contrário da Terra, a Lua não possui uma atmosfera funcional nem campo magnético. Por isso, sua superfície fica diretamente exposta ao vácuo do espaço e é constantemente atingida por meteoritos e por um fluxo contínuo de partículas microscópicas provenientes do Sistema Solar e de outras regiões do espaço.
Como a Lua não possui água nem movimentos de placas tectônicas, esse material microscópico pode se acumular na superfície e permanecer praticamente intocado.
Em um artigo disponibilizado em 23 de junho no servidor de preprints arXiv, os pesquisadores argumentam que parte dessa poeira tem origem em sistemas estelares além do Sistema Solar. Dessa forma, ela poderia carregar evidências de civilizações alienígenas que desapareceram há muito tempo.
O estudo ainda não foi publicado em uma revista científica, mas foi submetido ao International Journal of Astrobiology.
