Em cerimônia de homenagem às vítimas dos atentados terroristas do 11 de Setembro de 2001, o presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), defendeu a guerra no Irã e voltou a dizer que o país persa não desenvolverá uma arma nuclear. O republicano participou do memorial no Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA, no Estado da Virgínia.
“Hoje, saudamos cada membro das Forças Armadas dos Estados Unidos que serviu na guerra ao terror. É uma guerra contra um terror doentio e hediondo. Saudamos os militares que trabalham neste momento para garantir que o maior patrocinador do terror no mundo, a República Islâmica do Irã, jamais, em hipótese alguma, possua uma arma nuclear”, afirmou durante a cerimônia de 25 anos dos atentados terroristas.
No discurso, Trump disse entender que a vitória definitiva sobre os autores do atentado “não será encontrada em um campo de batalha estrangeiro“. O presidente, no entanto, mencionou o “espírito norte-americano de resistir, prevalecer e vencer”.
11 de setembro de 2001
Os ataques, orquestrados pelo grupo terrorista Al Qaeda, foram coordenados em 3 frentes simultâneas usando 4 aviões como armas. O objetivo era atingir os principais ícones nacionais dos EUA para enfraquecer a imagem política e econômica do país.
O ataque terrorista ficou simbolizado principalmente pela queda das Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York. O Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA e símbolo militar do país, também foi atingido.
