EUA deixa Brasil de fora de tradicional parabéns pelo ‘Dia Nacional’
Os atentados do 11 de Setembro de 2001, quando dois aviões sequestrados se chocaram com as Torres Gêmeas do World Trade Center e um terceiro atingiu a sede do Pentágono, criaram os precedentes legais para a política anti-imigração do governo de Donald Trump, segundo um estudo publicado pela Universidade Brown, nos Estados Unidos.
O relatório, assinado pela professora de direito Elizabeth Beavers, no bojo do projeto Costs of War (custos da guerra, em português), elenca cinco precedentes que, na avaliação da autora, abriram espaço para as atuais políticas de vigilância, detenção e deportação de imigrantes.
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Segundo a pesquisa, medidas adotadas por diferentes governos dos EUA ampliaram poderes do Executivo e aproximaram combate ao terrorismo da fiscalização migratória.
Beavers argumenta que governos republicanos e democratas ajudaram a construir e normalizar instrumentos que ampliaram a força repressiva da Casa Branca, na forma do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega, na sigla em inglês), em nome da segurança nacional.
🧊 O ICE é alvo de críticas do partido democrata, da sociedade civil americana e, até mesmo, de setores do partido republicano, devido a violência empregada nas abordagens e às mortes de inocentes.
A análise, entretanto, não afirma que toda a política migratória de Trump deriva das medidas adotadas depois dos atentados.
11/9 criou as bases da política anti-imigrantes de de Trump e da atuação violenta do ICE, aponta estudo
