Na próxima terça-feira, 15 de setembro de 2026, o Supremo Tribunal Federal (STF) realizará uma sessão extraordinária presencial do Plenário, às 10h.
O objetivo principal dessa sessão é analisar o conflito que envolve o relatório da Polícia Federal sobre mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
O contexto não poderia ser pior, visto que a sessão ocorrerá após decisões monocráticas de alguns dos ministros da Corte.
De fato, o momento é nevrálgico e, mais do que nunca, a sociedade civil deve estar atenta ao que acontecerá nessa sessão, até porque o STF,até porque o STF, que deveria atuar como guardião da Constituição, tornou-se um órgão político.
Aliás, na minha avaliação, o STF vem assumindo um protagonismo político que ultrapassa os limites desejáveis para uma Corte constitucional.
Ademais, a sociedade precisa ouvir e se posicionar diante dos fatos, exigindo, caso se comprovem os atos ilícitos, o afastamento de ministros envolvidos no escândalo do Banco Master.
Por fim, penso que a Igreja precisa orar, rogando a Deus que livre o país e traga à tona toda a corrupção existente no caso supracitado.
Assim, no dia 15 de setembro, o Brasil tem de parar, fixando os olhos no plenário, exigindo que o equilíbrio dos Poderes seja retomado e que ninguém, por mais alto que esteja, fique acima da lei.
