A retirada do sigilo das investigações da PF (Polícia Federal) sobre o Caso Master aponta que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário” e aliado de Daniel Vorcaro, ex-dono do banco liquidado, teve bens apreendidos quando foi preso em uma das operações do Compliance Zero em março, em Belo Horizonte.
No apartamento onde o cúmplice do banqueiro estava, as autoridades levaram três aparelhos que estavam em posse dele, que se recusou a fornecer as senhas aos policiais. Sicário morreu no dia seguinte, por morte encefálica, após tentar suicídio quando estava sob custódia.
Os documentos foram tornados públicos na noite de quinta-feira (10) e indicam ainda que, no local, foram apreendidos dois relógios, das marcas de luxo Rolex e Cartier, um carro da marca Land Rover e joias com pedras preciosas, como colares, braceletes e anéis.
Na carteira de Sicário havia ainda um documento de identificação descrito como sendo da “Polícia Judiciária de Menores” em nome de Luiz Phillipi.
A PF indica ainda que, no interior dos cômodos, não foram encontradas roupas e vestimentas que demonstrassem que o imóvel seria a residência fixa de Sicário.
PF detalha que Vorcaro teve informações confidenciais e fez pressão no BC | CNN NOVO DIA
