Desde 3 de setembro, o Brasil deixou de figurar, para determinadas categorias, na lista da União Europeia de países autorizados a fornece produtos de origem animal ao bloco. A mudança está relacionada às exigências europeias sobre o uso de determinados medicamentos antimicrobianos e atinge categorias como bovinos, aves, aquicultura, mel e tripas.
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A decisão europeia é um exemplo de como regras sanitárias e regulatórias vêm ganhando peso nas relações comerciais e podem afetar diretamente o acesso de grandes produtores de alimentos aos mercados internacionais. Para o Brasil, um dos principais exportadores mundiais de proteínas animais, o episódio também reforça a necessidade de acompanhar uma agenda global cada vez mais complexa.
É justamente esse ambiente que estará em discussão no Global Agribusiness Festival (GAFFFF) 2026, durante o painel “Geopolítica e Comércio Agro: a Nova Regulação Global dos Mercados”. O encontro integra a programação do evento e reunirá especialistas para discutir as transformações que estão redesenhando as relações comerciais do agronegócio.
Entre os participantes confirmados está Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
